FENAG externa sua preocupação com a decisão da CAIXA de rever a quantidade de empregados nas unidades, em especial pelo fato de tal decisão ter chegado às unidades no último dia 05/11, dois dias após a assinatura do Acordo Coletivo.

Em consulta a diversos gestores, tanto de agências quanto de áreas meio, constata-se que houve uma redução considerável em seus respectivos quadros, chegando a haver unidades que reportaram a redução de 6 a 7 empregados. As informações preliminares dão conta que a média foi de 2 vagas a menos, sendo que somente as unidades com lotação de 6, 7 ou 8 empregados, aparentemente, foram poupadas.

Esta decisão tem gerado descontentamento entre os gestores, que entendem que o impacto no atendimento e, consequentemente, nos resultados das unidades, será nefasto, implicando em maior volume de trabalho e expondo o corpo gerencial a condições laborais inadequadas.

A FENAG e as AGECEF de todo país defendem, entre suas principais bandeiras, a necessidade de novas contratações de empregados concursados para cobrir as vagas deixadas por aqueles que se aposentaram. Entretanto, a discussão não tem recebido o espaço devido e, ao contrário, surpreende-se com uma redução ainda maior nos quadros da CAIXA.

Entende-se que tal medida trará enormes prejuízos ao desempenho das unidades, implicando em retrocesso dos resultados da Empresa. A postura desta Federação é, portanto, no sentido de que a CAIXA convoque os concursados para que as unidades tenham condições de trabalho.

A FENAG, portanto, manifesta, em defesa dos gestores, a preocupação com a redução no quadro de pessoal da CAIXA e pugna pelo diálogo em busca de uma solução para este problema que tanto aflige o quadro funcional da Empresa.

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